Qual sentimento de um filho para com seus pais, quando percebem que as coisas não andam bem entre eles, e os mesmos não buscam soluções para resolver a situação sem violência, sem tortura. Como pais, adultos e responsáveis que somos por estes seres que colocamos no mundo, para que possamos educar, orientar e transfomá-los em pessoas de bem e do BEM, podem agir de forma tão irracional e animalesca, se somos considerados seres mais evoluidos, não vemos animais matando suas femeas e se lutam por espaço é apenas para definir a liderança. Que filhos queremos para a vida e para o mundo, porque temos os filhos mas, eles não são nossos, ajudamos no seu crescimento para que se sintam prontos para enfrentar as diversidades da vida, as filhas em especial, nos dias de hoje já não são mais preparadas somente para parir e cuidar da casa e da prole. Os seres homens e mulheres buscam o mesmo objetivo, que é o sucesso profissional,o sucesso financeiro, o TER. E os filhos? Onde se encaixam? Como estão sendo criados? Quais os sentimentos que estão sendo cultivados no coração deles? Como entender e atender as necessidades se já não temos mais uma ligação afetiva mais forte? Que tipo de pessoas estão se transfomando as nossas crianças e quais as consequências para a vida social deles.Como cuidamos dos nossos filhos se nosso tempo nos dias de hoje é
voltado para o trabalho, perdemos o contato com nossos filhos desde o
nascimento e, deixamos a responsabilidade de guiá-los por conta das
escolas que tem função de instruir, não de educar, essa função é nossa
como pais.Ou os entregamos nas mãos de pessoas que supostamente nos substituem e criam mas não orientam, com raras exceções. Então que futuro pretendemos para a nossa velhice, e o que conhecemos daqueles que deveriam ser pessoas amorosas e de caratér ilibado. Que será da velhice se não amparamos a infância e não a guiamos como deve ser.
Os jornais de todo mundo anunciam as mortes provocadas por armas nas mãos de crianças, os pais que matam suas mães e, não há motivos que possam justificar tamanha violência, filhos que matam os pais, por causa de drogas, mulheres que matam seus próprios filhos, homens que cometem suicidio após eliminarem suas companheiras, latrocínios, estupros e tantas outras formas de violência.
Queria tanto gritar para o mundo: "Parem", estamos nos destruindo, agimos como bichos mas bichos não matam por matar, ou por defesa ou para alimentar, somos piores pois premeditamos, ficamos a espreita, nos vingamos, odiamos e matamos. Oh! que dor, lembrar que todos falam que Jesus morreu para nos salvar, penso que o matamos e ELE só quiz nos mostrar que o Amor faz perdoar, mas a frase só serve para justificar as bárbaries que foram cometidas contra AQUELE que veio para nos ensinar e educar, porque nós não conseguimos nos salvar nem de nós mesmos e ainda hoje depois de dois mil anos continuamos agindo de forma irracional.
Queria tanto gritar para o mundo: "Parem", estamos nos destruindo, agimos como bichos mas bichos não matam por matar, ou por defesa ou para alimentar, somos piores pois premeditamos, ficamos a espreita, nos vingamos, odiamos e matamos. Oh! que dor, lembrar que todos falam que Jesus morreu para nos salvar, penso que o matamos e ELE só quiz nos mostrar que o Amor faz perdoar, mas a frase só serve para justificar as bárbaries que foram cometidas contra AQUELE que veio para nos ensinar e educar, porque nós não conseguimos nos salvar nem de nós mesmos e ainda hoje depois de dois mil anos continuamos agindo de forma irracional.
Nós, mães, que já passaram por algum desses dramas, que sentimentos nos afligem, além da saudade que sentimos da pessoa amada que partiu. Muitas vezes sentimos um grande vazio, uma forte vontade de desaparecer, um misto de dor e solidão e tantos sentimentos que se misturam e não conseguimos entender.
Se nós que somos adultos as vezes não conseguimos encontrar o equilibrio necessário para suportar o dia a dia, e, o que passa na cabecinha do (s) filho(a)s que passam por uma situação dramática sem sequer ter a noção do que vem a ser morte, muito menos entender por que não consegue mais ver os seus pais, nem entendem porque partiram, como podem partir sem despedidas, sem explicações, sem dizer pra onde vai e muito menos quando volta, pois a esperança da volta é grande.
Por mais que tentemos explicar que não terá volta, não há como entender essa partida pois parece muito impalpavel. Ah! a morte deveria deixar algum alento, como por exemplo ver por vezes a pessoa amada, mas deixa o alento da prece, mas tem vezes que a prece não é satisfatória. Meio confuso, tantas misturas de sentimentos. Quando ficamos longe no espaço físico numa distância em quilômetros ainda temos o consolo de pegar um avião e a felicidade do reencontro, mas quando se trata de uma dimensão que não temos ideia de tempo nem espaço como explicar isso para alguém que ainda não entende e não tem a menor ideia do significado morte, como explicar que continua vivo se não tem como ter a presença, a voz, o cheiro, o colo. Ahhhhhhhh.
Deus nos ama

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